Tecnologia para Transportadoras

O QUE QUEM CONTRATA TRANSPORTE EXIGE EM 2026: A NOVA RÉGUA DO CLIENTE DA TRANSPORTADORA

Aperto de mãos entre profissionais diante de caminhões
Retrato de Oemar Belsé, diretor operacional da ESL



Quem contrata transporte de cargas em 2026 não decide apenas pelo preço do frete: qualidade na entrega, cumprimento de prazos, equipe treinada e equipamentos adequados também pesam na decisão. Mas, além de tudo isso, o cliente exige o que antes não pedia: visibilidade da carga em tempo real, atualização de status na hora e comprovação de entrega sem precisar abrir chamado. Essa mudança de régua vem do comportamento de consumo, em que rastrear um pedido virou parte da experiência de compra, e chegou ao B2B de vez. Para a transportadora, atender a esse padrão depende menos de aumentar a equipe e mais de organizar a operação. Com o TMS Web Cloud, da ESL Sistemas, a informação é gerada dentro da própria operação e chega ao cliente antes da cobrança.

O que mudou na exigência de quem contrata?
Quando entrei na ESL, em 2003, contrato de transporte se ganhava com preço e se mantinha com entrega. O embarcador de 2026 é também um consumidor: ele acompanha a pizza chegando pelo aplicativo e o pacote do e-commerce passo a passo. E, quando contrata transporte para a empresa dele, leva essa régua junto. Não é impressão: a pesquisa E-commerce Trends 2026, de abril de 2026, da Octadesk com a Opinion Box, apontou que 85% dos consumidores brasileiros já desistiram de uma compra por prazo de entrega fora da expectativa. A pergunta “onde está a minha carga?” não mudou, o que mudou foi o prazo aceitável para a resposta, que hoje é imediato.

Por que o preço deixou de ser o único critério?
Com o frete no maior patamar da série recente e o volume de carga 22% menor no segundo trimestre, segundo o relatório Frete Insights, da Frete.com, divulgado pela ABTLP, quem contrata paga mais e, naturalmente, cobra mais. Preço continua na conta, mas não decide sozinho a sequência de um contrato com o embarcador. Com ele pesam a qualidade na entrega, o cumprimento de horários e prazos, uma equipe treinada e sempre atualizada para aquela atividade, a começar pelo motorista, que não pode ser qualquer pessoa sem preparo, e o equipamento adequado ao que se transporta. Esses quesitos são a condição para estar na mesa. E, entre todos, a informação é o que o cliente sente primeiro, todos os dias: acúmulo de resposta que não veio é o que faz o cliente abrir cotação com o concorrente. É por isso que, hoje, o contrato se ganha e se mantém com resposta.

O que a transportadora precisa responder na hora?
Três perguntas resumem a régua nova: “Onde está a carga”, que exige rastreio em tempo real. “Quando chega”, que exige previsão confiável e atualizada. “Como comprova”, que exige baixa de entrega documentada, disponível sem chamado. Responder as três não é tarefa de um departamento: atendimento é a operação inteira aparecendo para o cliente, e de nada adianta gentileza no telefone se a informação não está na mão de quem atende. Quem responde as três sem esforço renova contrato sem precisar convencer ninguém.

Como organizar a operação para essa régua?
Relação com cliente se constrói primeiro dentro de casa, e o caminho tem três pontos. O registro na origem, com o documento nascendo dentro da operação, e não em uma planilha que alguém transcreve depois. A ponta conectada, com o Mobile Delivery, a versão simplificada do TMS Web Cloud na palma da mão do motorista, fazendo checklist e baixa de entrega online, com foto e assinatura. E a visibilidade em uma tela só, onde qualquer pessoa do time responde com dado, e não com achismo, e o próprio cliente consulta o status quando quiser, sem precisar ligar. É assim que a resposta ao cliente vira consequência da operação, e não esforço de heroísmo diário.

Setembro é o Mês do Cliente, e sempre vale fazer ao seu cliente uma pergunta simples: qual resposta você gostaria de receber mais rápido? A operação que consegue entregar essa resposta é a que ele renova. Conheça o TMS Web Cloud e entenda tudo o que ele pode fazer por sua transportadora. Converse agora mesmo com um de nossos especialistas, clicando aqui.

Fontes: Frete.com, relatório Frete Insights do 2º trimestre de 2026, divulgado pela ABTLP e Octadesk e Opinion Box, E-commerce Trends 2026, via The Shift (13/04/2026).

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